A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.
Enviada em 08/09/2019
A capacidade que o brasileiro tem em contornar situações do cotidiano em proveito próprio, como, sonegar imposto de renda, furar fila , dar ou aceitar troco errado, burlar blitz, entre outros, configura o famoso " jeitinho brasileiro". Diante disso , comportamentos considerados normais para alguns, caracteriza-se como desvio de conduta e atos de corrupção.
Segundo o Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, 82% dos brasiliense acha fácil desobedecer as leis. Para os conterrâneo 79% optam sempre que possível pelo “jeitinho " em vez de acatar as normas. E para 54% crê não haver tantas razões para cumprir as leis. Todavia, estatística como essas mostram a necessidade que o brasileiro tem sempre que possível em burlar as normas em benefício próprio, sem pensar na coletividade.
O povo tem que perceber que corrupção não é só desviar dinheiro público, atos de sonegar imposto , presentar servidores público em troca de benefício particulares , entre outras ,é sim corrupção.
Levando-se em consideração esses aspectos , é notório a inversão de valores que ao longo do tempo o país vem vivendo. Logo, cabe ao Governo Federal , em parceria com os veículos de comunicação ( tv, rádios, facebook, instagram), desenvolveram campanhas com o título " aqui não tem jeitinho”, com o intuito de alerta aos cidadãos que práticas com as citadas , são sim pequenos atos de corrupção , e como é de extrema importante que tais ações sejam combatidas, para que a nação brasileira tenha uma sociedade mas igualitária para todos.