A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 07/09/2019

É notório que a facilidade para infligir as leis no Brasil, que as pessoas utilizando de meios e artifícios para burlar as leis evitando que não sejam punidas gera uma sensação de impunidade. Alguns fatores merecem destaque: o famoso jeitinho brasileiro, a impunidade de autoridades, pessoas famosas da mídia e pessoas de classe alta “ricas”.

Primeiramente, segundo uma pesquisa desenvolvida e realizada entre 2012 e 2013, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasil), onde mostra que 80% dos brasileiros acreditam que é fácil burlar de alguma forma as leis no Brasil, isso deve-se pela sensação de impunidade por meio de alguns exemplos que acontecem na mídia em relação a famosos e algumas autoridades que cometem atos ilícitos e por meio de um “jeitinho” acabam se livrando de punições. Mas, porém, isso esta mudando, pois uma solução interessante foi a criação da operação “Lava-Jato” que vem obtendo justiça contra políticos corruptos que cometem crimes, demostrando que o crime não compensa e que há punições para os culpados.

Além disso, o famoso jeitinho brasileiro, que algumas pessoas utilizam no cotidiano para burlar algumas regras ou leis para benefício próprio, como por exemplo: furar filas para serem atendidas mais rápido, utilizar o celular dirigindo no trânsito, podendo ocasiona algo mais grave. Deve-se ter punições mais rígidas para todos sem distinção de posição ou classe social na sociedade para que outras pessoas tenham a sensação de que não existe “dois pesos e duas medidas”.

Em vista dos argumentos apresentados, propõe-se que o Congresso Nacional por meio de seus representantes promovam uma revisão das leis e do Código Penal para que suas punições sejam mais rígidas em relação as pessoas que praticam crimes ou burlam as leis, para que não haja essa sensação de impunidade que a maioria da população sente, e acaba cometendo crime por achar que não ira ser punida de alguma forma.