A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.
Enviada em 26/09/2019
Desde 1500 pode-se perceber que a sociedade brasileira tem seu “jeitinho”, como relatado na Carta de Pero Vaz de Caminha, os nativos dessa terra foram muito receptivos com a chegada dos portugueses. Já no mundo hodierno, as pessoas que vivem no Brasil continuam com o mesmo comportamento. Entretanto esse “estilo” da ao povo uma identidade, que algumas vezes não e boa, como a corrupção.
Assim dito por Mary Midgley, “O que faríamos sem uma cultura?”, nisso ela quer expressar que, sem a cultura, no caso o “jeitinho brasileiro”, as pessoas não conseguiriam fazer muita coisa, uma vez que, a partir de pequenos os seres são acostumados a viver nesse meio e encontram jeitos simples de resolver os problemas que deparam e que alguns casos acabam descumprindo as leis, para resolvê-los.
Seguindo-se esse sentido, o “corrompimento” do indivíduo frente a sociedade ocorre ainda na infância, quando, no hora da prova a criança pede a resposta de tal questão para outrem. Com o passar do tempo os sujeitos vão se acostumando com essa cultura de corrupção, até chegar na idade adulta, em que o desvio de dinheiro “faz parte” da rotina.
Portanto, para que imbróglio como esse seja resolvido, cabe primeiramente ao governo punir os atos errados, como o peculato, aplicando leis mais caras, para assim eliminar a cultura de impunidade. Segundamente, é de responsabilidade das famílias que ensinem os menores desde cedo que é extremamente errado descumprir as leis, para tornarem-se cidadãos conscientes e capazes de alterar a banalidade perante a lei. A fim de que assim, o Brasil tenha os seres com mesmo direito e sem uma cultura que os prejudica.