A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 25/09/2019

Segundo o filósofo Aristóteles, a sociedade precede o indivíduo. Analogamente, desde a antiguidade, o brasil vem se acostumando com um “jeitinho” populista como o governo de Getúlio Vargas, que engana mas faz. Porém, esse comportamento pode ser prejudicial para o controle da sociedade pois se fazer de esperto talvez possa resultar em descumprimento de leis e causando transtornos na construção de um ambiente civilizado.

A princípio, é importante ressaltar que quem tem a autoridade de modificar e criar leis, é o poder executivo concomitantemente com o pode legislativo. No entanto, esses agentes devem ser sobrecarregados de ética e respeito, todavia, não é isso que os dados mostram, quase que hodiernamente se um cidadão brasileiro ligar a televisão ou acessar um site relacionado aos noticiários iram se deparar com certeza com algum tipo de corrupção ou algo do gênero vindo de alguns dessas autoridades.

Tanto quanto, os cidadãos que residem no território demográfico brasileiro carregam a bagagem de ser o terceiro país do mundo com maior número de encarcerados. Atrás somente dos EUA e china. Acontece que existem mais presos do que celas e que os presídios não cumprem a função de reeducar os criminosos para viver em sociedade. Muito pelo contrario, ocorre do indivíduo ser um cidadão de bem e pelo fato de ter um “jeitinho brasileiro” pode violar alguma lei e ser preso com outros prisioneiros que também nunca teve uma reeducação depois dos seus crimes cometidos, que sem dúvida acaba virando um transtorno no psicológico.

Contudo, medidas para reestruturar esse comportamento padrão são necessárias. Portanto, a população juntamente com o ministério da educação precisa intervir e implantar a ética e o respeito em variadas formas, seja na internet, radio ou televisão, até mesmo nas escolas e no trabalho por meio de palestras, aulas práticas e reuniões. Desse modo, seriamos um novo começo para uma futura geração mais saudavel de se viver