A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 30/09/2019

Durante o período clássico da Grécia Antiga, o cidadão ateniense Sócrates, ganhou fama de pai da filosofia por analisar questões humanas, seus valores, verdades e fundamentos. Entretanto, na sociedade contemporânea, nota-se que no cenário brasileiro existem questões negativas para serem analisadas e resolvidas. Isto posto, os atos de trapaças para sair em vantagem de um contexto são notáveis no Brasil: em que aspectos educacionais estão diretamente associados a esse problema.

Antes de tudo, é notório destacar que o cidadão brasileiro possui uma marca negativa em sua identidade nacional, o famigerado “jeitinho brasileiro”. Nesse espectro, esse método é dado pelo cidadão optar por ir pelo caminho mais fácil, negligenciando, assim, seu caráter. Paralelamente, isso pode resultar em consequências negativas no futuro, o filósofo Arthur Schopenhauer, a partir do imediatismo, propõe: “Pensamos apenas no presente, proporcionando desastres futuros”. Com base nisso, esse “jeitinho” é prejudicial à ordem social e, por conseguinte, torna-se um problema para o desenvolvimento do país.

Vale mencionar, em segundo plano, que com uma boa educação a população poderá discernir o certo do errado, negando o uso do “jeitinho brasileiro”. Nesse contexto, é cabível mencionar o discurso de Platão: “A orientação inicial que alguém recebe da educação, marca sua conduta ulterior”. Ademais, com a melhoria da educação no intuito de amenizar o uso desse método, o país poderá apresentar uma melhoria no cumprimento das leis, visto que de acordo com o site “O Tempo”: 82% da população diz que é fácil desobedecer às leis. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura educacional de forma urgente.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para a dissolução do quadro atual. Para conscientizar a população e regulamentar um sistema de ensino a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação (MEC), por meio de verbas governamentais, apoio das ONG’s e campanhas publicitárias nas redes sociais que detalhem como podem ocorrer danos na ordem social o uso do “jeitinho brasileiro” sugerindo ao interlocutor que muitas vezes não traz consequências positivas. Posteriormente, implementar um sistema para restituir através da educação a população brasileira, possibilitando o cidadão ter a consciência de seus atos, obedecendo as leis no país e acabando com o uso desse método. Somente assim, será possível combater esse tema.