A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 10/10/2019

O ‘‘jeitinho" Brasileiro

O “jeitinho brasileiro” está presente na sociedade há muito tempo. Tal fato é evidenciado no Segundo Reinado com a criação da Lei Eusébio de Queiroz, que impedia o tráfico de escravizados, mas não vetava a escravidão. Essa brecha na lei, conveniente aos aristocratas, originou o termo “para inglês ver”, que conecta as raízes sociais brasileiras com a conveniência da desonestidade e institucionaliza a trapaça. Como resultado, o país apresenta um dos maiores índices de corrupção, patologia que contamina cada vez mais a esfera pública.

Em primeiro lugar, várias pessoas usam está característica para a atividade do mau-caratismo. O site G1 noticiou que no primeiro semestre deste ano foi registrado mais de 2.3 mil casos de estelionato no Mato Grosso. De certo o “jeitinho brasileiro” associado ao mau-caratismo gera crimes parecidos com o estelionato, onde pessoas ganham vantagem na “ajuda” que oferecem aos cidadãos. Enfim, este é um dos pontos negativos do “jeitinho brasileiro”, pois traz grandes prejuízos e consequências para a sociedade brasileira.

Portanto, medidas precisam ser criadas para solucionar o impasse. O Ministério da Justiça deve formar leis mais burocráticas para pessoas que desejam se candidatar a um cargo público, por meio de psicólogos e advogados, visto que o primeiro com suas habilidades poderia coletar dados de pessoas que tinham um caráter duvidoso e o segundo por meio desses dados formularia a lei, com o objetivo de evitar que pessoas mal intencionadas e que usem o “jeitinho brasileiro” a favor da corrupção, se candidatem.