A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 10/10/2019

É fato que o “jeitinho” está presente em diversas ocasiões na sociedade brasileira, com o proposito apenas de beneficio próprio. Ocorrendo tanto numa mentira de um cidadão afim de sonegar impostos quanto em algo maior como um desvio de verba pública. Todavia, ambos se tornam corruptos tanto o governo quanto a população, possuindo uma ligação, transformando-se num circulo vicioso que se retroalimenta.

Em primeiro lugar, é preciso definir a ética como o modo o qual o indivíduo se posiciona em relação ao conjunto de normas de um grupo social. Desse modo, segundo os estudiosos da Universidade do Kansas nos EUA, pessoas que usam o “jeitinho” na dimensão da corrupção e da quebra de normas sociais estão cometendo atos anti-éticos. Visto que, o primeiro, refere-se a busca de meios ilícitos, como subornar um policial de uma blitz, superfaturar uma nota de reembolso, ou até mesmo os escândalos envolvendo os políticos da nação. Já o segundo, associa-se a ação de colocar o sentimento a cima do dever, como acionar um conhecido para fura a fila da emergência de um hospital. O fato é que, nas duas situações alguém ou algum grupo sairá prejudicado, e portanto a expressão “jeitinho” terá caráter pejorativo.

Portanto, são necessárias medidas para a resolução da persistência do jeitinho brasileiro. Assim é necessário que as escolas ensinem como essas ações pontuais podem levar a consequências maiores. Então por meio de aulas interativas deve ser mostrado situações cotidianas que em larga escala afetam todos. Dessa forma, é possível prevenir a propagação dessas práticas.