A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 29/04/2020

O “jeitinho” brasileiro

O “jeitinho brasileiro” não passa de um nome  dado à pequenas infrações que são cometidas no dia a dia. No século XX existiam, por exemplo, comerciais que deixavam explícita a vontade do brasileiro de se sobressair de uma maneira errada. Além disso, os escândalos de corrupção são cada vez mais frequentes em nosso governo, incentivando as pessoas a serem corruptas.

Não é novidade alguma que o brasileiro gosta de beneficiar a si próprio, mesmo se precisar ser corrupto ou até mesmo prejudicar o outro. Essa prática vem se acumulando desde as épocas mais antigas da sociedade, e cada vez mais as pessoas sentem vontade de ser corruptos, com o simples pensamento “se todos infringem a lei e nada acontece, eu também vou infringir”. O início da corrupção é na infância, quando crianças veem, por exemplo, algum de seus familiares não respeitando a ordem de uma fila, sem se preocupar com as consequências.

Já na vida adulta, a população se depara com casos de corrupção diariamente, como o uso de assentos preferenciais nos transportes públicos, falsificação de carteirinhas de estudante, a compra de produtos falsificados, entre outros. Em suma, existem exemplos de corrupção em todo lugar, e existem dois tipos de pessoas, os corruptos (conscientemente ou não) e os indignados com a corrupção.

O caso da mudança no Brasil se encaixa muito bem com a fala de Oscar Wilde, “a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação.”. A mudança tem que vir da sociedade como um todo, cada pessoa cobrando a mudança de seus familiares, denunciando corrupções do dia a dia e etc. A mudança demanda urgência, para que as próximas gerações não se tornem corruptas.