A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 16/07/2020

O filósofo grego Aristóteles, o prussiano Immanuel Kant e o britânico Jeremy Bentham ,todos eles têm algo em comum: dissertaram sobre a ética, condutas universais do homem para que se tenha boa convivência social de maneira plena. No entanto , essas regras vêm sendo quebradas constantemente, como é o caso do “jeitinho” brasileiro e a sua persistência na sociedade brasileira. Dessa forma, é necessário destacar dois pontos importantes nessa temática: o pró e contra do assunto e a relação causa-consequência dentro da esfera social. A princípio, vale ressaltar que existe à dualidade nesse paradigma. Ou seja , segundo Kant, nem sempre existe apenas o lado negativo de algumas ações , mas também há o positivo. Nessa lógica, encontra-se no “jeitinho” brasileiro a criatividade e a rapidez de fazer tarefas que antes eram complexas e que agora puderam ser facilmente resolvidas. Por outro lado , quando se mistura um ato simples com corrupção , por exemplo , subornar um policial ou “furar” fila no banco por benefício próprio, são casos de imoralidade e ausência da razão humana em não notar que isso é errado. Em síntese,é necessário haver o equilíbrio para que as leis sejam respeitadas,independentemente do contexto que esteja inserido.