A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 01/09/2020

O personagem Zé Carioca, criado em 1940 por Walt Disney, representa a figura típica de um brasileiro malandro, um indivíduo que consegue obter sucesso através de ações cujo principal objetivo principal é ter vantagem em relação aos outros. Embora existam comumente pequenos atos de corrupção, como furar a fila de um banco ou levar o troco errado, deve-se haver uma fiscalização mais rígida em relação a isso.

A violação de regras em espaços públicos pode ser determinada como uma ação corrupta, tendo em vista que o necessário a fazer é construir uma sociedade justa e igualitária. Em situações ilegais, muitas vezes o cidadão torna-se indiferente a estas circunstâncias, sendo considerado pelo próprio como algo normal. Diante desse contexto, pode ser levado adiante que atos como falsificar carteiras de estudante e burlar leis de trânsito contribui para a formação de seres injustos e desonestos.

Embora obter recursos de forma intolerável seja uma execução ilegal, ininterruptamente percebe-se que o jeitinho brasileiro, de certa forma, é capaz de beneficiar pessoas de classes sociais mais baixas, haja em vista o cenário socioeconômico do país. Por mais que estas pessoas possam considerar pequenas atitudes como condutas normais, isso pode se tornar algo bastante prejudicial na vida de outros indivíduos.

Tema complexo e altamente perceptível nos meios político e social, a impunidade por meio de práticas corruptas, exige-se que possuam leis dificultando o acesso aos meios ilícitos. É papel do Estado a criação de políticas e elaboração de medidas que visem um controle maior da corrupção, havendo uma verificação mais detalhada. Também é importante que o cidadão, como nativo, busque um ideal de luta honesta, não duvidando de procedimentos ilegítimos que possam acontecer, independente do quão sejam grandes ou não essas ações.