A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.
Enviada em 18/09/2020
O jeitinho brasileiro está enraizado na nossa sociedade como aspecto de indentidade, porém é um pensamento individualista no qual a pessoa acaba contornando ou descumprindo normas sociais de forma criativa. Por essa razão, para criar uma sociedade mais justa e repeitosa é necessário compreender os pilares desse aspecto cultural, que são principalmente a amenização de pequenas infrações de normas e a fragilidade dos valores éticos no Brasil.
À vista disso, é imporante destacar que, a frase “nenhum fogo começa grande”, pode ser associada à realidade corrupta da politíca brasileira na qual pessoas condenam políticos corruptos enquanto furam filas e estacionam em vagas de idosos, sem perceber as próprias corrupções. Dessa forma, percebe-se que os dois exemplos de corrompimento, a política e a cotidiana devem ser repreendidas com equidade de valor.
Além disso, em decorrência da alta desigualdade social no Brasil, a educação de qualidade muitas vezes é restrita a grupos sociais de maior prestigio, com isso a parcela excluida nesse panorama, considerando o importante papel da escola na formação do individuo, geralmente está menos propicia a desenvolvolver os varios valores éticos que durante a vida acadêmica vão evoluindo. Assim, uma melhora na educação pública poderá influenciar indiretamente na interrupção da persistência do jeitinho brasileiro.
Portanto, uma maneira de intervir é, o MEC adicionar na grade disciplinar dos alunos da rede pública, apartir do sexto ano do ensino fundamental, uma matéria que aborde conceitos de ética e vida em sociedade, com intuito de consolidar valores morais nas crianças. Desta maneira será possível, analogamente, conter as pequenas chamas de corrupção para que o jeitinho brasileiro não se torne um incêndio como vem se tornando na politíca do Brasil.