A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 13/11/2020

De um ponto de vista geral o Brasil é um país relativamente “novo”, e mesmo neste pouco tempo já se tem uma vasta história, desde as imigrações até um fato que pode ser decisivo para o “jeitinho” brasileiro. Todas as conquistas que se teve até dado momento, foram obtidas por meio de tratados e diálogos, que podem ser facilmente manipulados, dependendo do “jeitinho”.

Estes atos muito marcantes nos brasileiros, são caracterizados pela manipulação de algo, seja com documentos, ações ou até mesmo mentiras. Com o único interesse do benefício próprio, em alguns casos, para um bem coletivo. O “jeitinho” brasileiro, transpassa todos os meios, sendo utilizado por uma criança para conseguir repetir a merenda em sua escola, até um deputado desviando verbas.

Como dito anteriormente, todos os brasileiros já fizeram uso desta marca nacional, no prefácio do livro “O jeitinho brasileiro: a arte de ser mais igual que os outros”, o antropólogo Roberto DaMatta diz “ Quando o jeitinho é contextualizado no âmbito das relações interpessoais sua interpretação é, via de regra, positiva. Quando ele surte nas discussões sobre nossas instituições sua qualificação é negativa.” Reforçando o fato de que, estas ações podem surtir um resultado negativo no ambiente social.

Com isso, entende- se que, durante muitos anos os brasileiros usaram e usam de sua criatividade em situações que possam lhe proporcionar algum retorno positivo, e este é o principal motivo de este costume se manter firme até os dias atuais, entretanto, quando isso interfere negativamente nas relações entre as pessoas e em governos, deve se tomar medidas conscientizantes. Por meio de palestras em escolas do ensino fundamental, promovidas pelo Governo Federal com o propósito de alertar as crianças, de que suas ações afetam todos ao seu redor. E a promoção de reuniões no espaço de trabalho com o mesmo intuito.