A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 24/05/2021

“Toda hora é hora de fazer o que é certo”. A frase de Martin Luther King parece fazer alusão com a ética de conduta, no entanto, tal atitude não é cumprida na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se: A contribuição para uma sociedade corrupta e a ausência de princípios morais.

Em primeiro plano, podemos destacar a propagação de corromper-se por meio de atitudes incoerentes. Desse modo, segundo uma pesquisa da (FGV) Fundação Getúlio Vargas, 79% da população nacional aderem ao “jeitinho” em detrimento a seguir regras. Dessa forma, é evidente a adesão social ao comportamento degradador da integridade humana.

Além disso, é notória a falta de cumprir protocolos, a qual surge de uma errônea característica populacional. Consoante a isso, segundo Mahatma Ghandi, “Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo”. Sendo assim, é visível que há de ter melhorias apenas quando se é representada a mesma por meio das ações individuais condizentes ao bem comum.

Potanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham diminuir a persistência de maneiras burlativas na sociedade brasileira e possibilitar a formação de sujeitos integros. Por conseguinte, cabe às intituições educativas, ensinar desde a infância condutas éticas por meio de exemplos que buscam evidenciar a importância de tal, a fim de que exista uma emancipação do indivíduo à má conduta. Somente assim, a cada momento da constituição patriarcal, pessoas, hão de fazer o correto.