A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 02/03/2026
No período colonial, os portugueses escravizavam os indígenas por considerarem eles inferiores aos europeus. Sob essa ótica, percebe-se que o preconceito entre raças iniciou-se na colonização brasileira e que atualmente existe a persistência do racismo na sociedade. Nesse viés, é importante destacar a discriminação de negros e o preconceito com a cultura africana como um destaque que perpetua esse problema.
Nesse contexto, na série americana, “Todo mundo odeia o Chris", ele era um menino negro que estudava em uma escola de brancos e era discriminado todos os dias, entretanto, no bairro onde morava, que viviam apenas negros, ele sempre se dava mal. Nessa perspectiva, é notório que esse seriado retrata a história de muitos jovens que passam por diferentes formas de preconceito diariamente na rua e ainda são menosprezados em casa. Ademais, a discriminação de raças pode ocorrer de duas formas, ela pode ser mais explicíta como, ofensas verbais e agressões, ou ela se caracteriza por se implicíta, pô exemplo, afastamento e exclusão. Dessa forma, é compreendido que essa rejeição por negros deve ser retirada da sociedade.
Em segundo plano, é possível lembrar do período em que africanos escravizados foram obrigados a não praticarem a sua religião, dança e música. Diante desse cenário, é perceptível que africanos sofriam preconceitos culturais e que ele se manifestava como forma de negação por parte de brancos a tudo que pertence aos negros. Outrossim, nos dias atuais existem costumes de origem africana que são praticados a anos no Brasil como por exemplo, a feijoada que é considerada tradicional para os brasileiros e apreciada por muitos, que inclusive desconhecem sua história, originada dos restos da carne de porco que os brancos não comiam. Assim, faz-se necessário mais respeito entre as culturas.
Portanto, a fim de acabar com o preconceito racial e cultural, é preciso que as escolas (órgão responsável pela educação do aluno) criem uma matéria de valorização de africanos e que contratem historiadores para darem aulas semanais ou mensais. Desse modo, por meio dessas atitudes os jovens seriam mais conscientizados.