A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 02/10/2019
Ao estudar a história do Brasil, vê-se a cor de pele como fator excludente, visto que os negros foram os principais recrutados para exercer o trabalho escravo. Infelizmente, a Lei Àurea aboliu a escravidão (século XX), mas não aboliu o preconceito e mesmo um século depois disso, a população negra, ainda é marginalizada e alvo de racismo.
Ademais, a abolição da escravatura, feita pela Princesa Isabel, por meio da Lei Àurea, simplesmente abandonou os ex-escravos á própria sorte, sem a preocupação de inseri-los na sociedade. Desse modo, muitos deles ainda permaneceram trabalhando nas fazendas dos senhores de café e os outros viam-se obrigados á viver na precariedade e até mesmo roubar alimentos para não morrer de fome, por isso até hoje os negros são marginalizados.
Por conseguinte, convém lembrar do período em que houve segregação racional nos EUA, por exemplo, havia bebedouros ou lugares definidos para negros e brancos. Um nome que ganhou repercussão nessa época foi o Ray Charles, porque ele se negou a fazer um show em que seu público ficaria segregado.
Outrossim, sabe-se que a Constituição do Brasil elege o racismo como crime , mas a justiça morosa não intimida os praticantes, esses tem consciência de que a fiança é o suficiente para ganharem liberdade, nessa temática pode-se notar que mesmo com a dificuldade do negro em vencer o preconceito, mas mesmo assim muitos nomes ganharam respeito em meio ao racismo, haja visto o Ray Charles, Martin Luther King e Nelson Mandela, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1993.
Dessa forma, fica implícito que ainda hoje a cor de pele segrega o indivíduo, tornando assim inegável a necessidade do Governo brasileiro, por meio do Legislativo, eleve o racismo á categoria de crime hediondo, como forma de tentar inibir essa prática, além da elaboração de campanhas por meio da mídia para despertar a conscientização da carência de combate ao racismo.