A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 18/01/2020

Pedro Alvares de Cabral, em 1500, ao navegar em direção as índias, por acidente descobre o Brasil. A partir disso abre um novo tempo para o mundo, a época da exploração. por conseguinte desse feito milhões de africanos, apenas pelo fato da cor de sua pele ser diferente dos portuguesa, foram enviados para o brasil a fim de trabalhos escravos de exploração de pedras preciosas e ouro; inaugurando o cenário de racismo no brasil. Após um século da abolição da escravatura, devido a ausência de um órgão que recoloque o negro na sociedade, faz com que ele se vê desamparado em um senário de desigualdade em todos os setores da vida. fazendo assim, persistir o racismo na sociedade brasileira.

primeiramente, nota-se uma estreita relação do preconceito com a falta de apoio governamental com o negro. As leis abolicionistas foram aprovados no brasil entre 1850 e 1888 e fizeram uma progressão gradual até ser instalada a lei áurea, que proibia quaisquer atos de escravidão no país. O empecilho se dá na ausência de atos que introduza os ex-escravos na sociedade, já que apos a abolição eles foram deixados a mercê da inferioridade e sarjeta das cidades. o que nos dias atuais devido essa enraização faz o negro ser alvo de preconceito em todos os cenários da vida.

consequentemente, apesar de estar livre da escravidão, os afrodescendentes estão “acorrentados” a estigmas do passado, prejudicando sua vida. No seriado televisível “todo mundo odeia o cris”, aborda o cotidiano de um garoto negro, que ao se entrar em uma escola tendo apenas pessoas brancas, é alvo de um série de preconceitos e discriminação, fazendo ele se sentir inferior aos demais colegas. Não diferente da ficção, na atual sociedade brasileira, o negro é rodeado por pessoas que não entende sua origem e o considera  menos importante, concebendo vários empasses em seu cotidiano, como no estudo e no trabalho. portanto nesse ambiente inóspito, é mister a atitude do estado para acabar com a persistência dessa descriminação.

Desse modo, é inaceitável que a situação continue como está. Para que o esterótipo racista seja extinto e as pessoas afrodescendentes possam viver plenamente em uma sociedade igualitária, urge que o Ministério da Cidadania em parceria com o Ministério da Justiça faça uma ascensão do negro na entidade brasileira por meio da criação de uma bolsa com bônus econômico mensal, que seja distribuído para todos os casos de indivíduos que se encontram em uma situação de dificuldade de elevação social, devido a cor de sua pele. E crie cotas exclusivas para negros em estabelecimentos estudantis e trabalhistas. Enquanto o Ministério da Justiça investiga tal caso e puna ativamente os envolvidos nessa humilhação, com a privação de sua liberdade. Somente assim, o negro será colocado na sociedade, quebrando finalmente suas “correntes”.