A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 31/01/2020

O termo “racismo” pode ser compreendido como um preconceito extremista, estabelecendo-se uma hierarquia entre raças e etnias. No Brasil, os traços do racismo começaram no século XV quando europeus fizeram muitos negros de escravos e no século XVIII tais atos ficaram mais comuns. Atualmente, o racismo em nossa sociedade é como uma árvore enraizada, por mais que a pode, suas raízes são profundas e marcantes.

É licito referenciar a teoria do Darwinismo Social, que acredita na premissa da existência de uma sociedade com raça superior e inferior. Na realidade, essa teoria consiste em um pensamento preconceituoso e racista, visto que, não há diferenças hierárquicas entre raças. A ideia de superioridade branca, foi difundida ao longo de gerações, consequentemente, provocando conflitos étnicos em nossa sociedade.

Ademais, outro fato importante foi a Lei Áurea em 1888. Com o fim da escravidão, o Estado não se preocupou em integrar os ex-escravos ao mercado de trabalho. Com isso, devido a falta de assistência, muitos negros começaram a viver em condições de extrema pobreza e podemos evidenciar isso até os dias atuais.

Portanto, medidas são necessárias para acabar com o racismo na sociedade. Cabe ao Ministério da Educação promover palestras em escolas contra a ideologia de uma raça superior. Os municípios devem oferecer assistência e empregabilidade as grandes comunidades, afim de acabar com condições de pobreza extrema. Somente assim, o racismo pode deixar de se enraizar em nossa sociedade.