A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 25/01/2020

O racismo começa no Brasil na era colonial, uma vez que africanos e índios eram escravizados pelos portugueses, um bom filme que retrata bastante disso é o filme 12 anos de escravidão, onde um negro livre foi sequestrado e vendido para ser escravizado. O mais assustador é que depois de 132 anos da Lei Áurea e depois de tanta luta contra o racismo, esse povo ainda sofre preconceito no séc.21, alguns deles são confundidos por ladrões e são ridicularizados pela cor da sua pele.

Em uma noticia publicada pelo G1, em 2014, fala sobre uma jovem foi parar na tv, após ter sofrido comentários preconceituosos na sua foto com seu namorado, já que ela era negra e ele branco, logo pode-se notar que o problema não estava em ela namorar um garoto, e sim ela ter a pele mais escura que a dele. Ao se falar dessas pessoas deve-se lembrar também da quantidade de negros que são mortos em comparação aos brancos, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 51,7% dos 726 policias mortos em 2017 e 2018 eram negros e apenas 48% eram brancos. Desse modo, nota-se que por mais que exista lei contra esse problema, ele perdura, sendo assim o Governo Federal e o Ministério da Justiça deveriam buscar uma forma de amenizar ou acabar de vez com ele, pois esse problema é muito assustador.

Outro caso que aconteceu em Salvador, em 2018, foi com um ator, ele foi confundido por com assaltantes e baleado na perna, só por ter a pele mais escura, ele não morreu, mas esse caso nos faz refletir também em todos os jovens que são mortos confundidos com assaltantes, em quantas mães que perdem seus filhos pelo o preconceito e racismo. A cada 23 minutos um negro morre no Brasil e isso precisa-se ser mudado. Além das mortes, há também os casos de pessoas que por preconceito não dão oportunidades de emprego a eles ou até mesmo não aceitam a religião dessas pessoas e acabam destruindo seus templos sagrados ou algo parecido e sem esquecer das industrias de brinquedos que fabricam em sua maioria bonecos brancos e bem menos da metade de bonecos negros, isso já é uma forma de racismo.

Em suma, observasse que por mais que tenha o dia da consciência negra nas escolas, lei contra o racismo, no brasil nada muda. Dessa forma, o Governo Federal e os Ministérios, sejam eles, da educação e da justiça, devem trabalhar em uma conscientização mais forte, nas escolas trabalharem ainda mais esse tema, seja com projetos para ser apresentados na comunidade, sempre tratando da importância dessas pessoas na sociedade. Na lei, coloca-la em prática de fato e até mesmo tornando-a mais pesada, aumentando o número de pena e cobrando uma indenização mais alta.