A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 27/01/2020
Conforme Goethe, ‘‘Nada no mundo é mais assustador do que a ignorância em ação’’. Nesse sentido, a visão de Goethe tem se aplicado à realidade, visto que o racismo é um tema recorrente. Assim, depreende-se que fatores como preconceito e Escravidão contribuem para o agravamento da situação.
A princípio, nota-se que o preconceito se trata de um potencializador do racismo. Em relação a isso, segundo Voltaire, ‘‘Preconceito é opinião sem conceito’’. Relativamente, observa-se que a discriminação social pode ser encaixada no teoria de Voltaire, uma vez o racismo parte de uma ideia pré-estabelecida de alguém, por exemplo, o caso da criança em Belo Horizonte, que ao entrar em um shopping foi impossibilitada de circular por um segurança. Consequentemente, o preconceito torna-se uma grande segregador das relações sociais.
Ademais, a Escravidão identifica-se como outro agente marcante da problemática. Na época das grandes navegações, houve a Escravidão, que consistiu na escravização de africanos e de povos indígenas sob o pretexto da superioridade do homem branco. No cenário brasileiro atual, os legados da Escravidão perduram, pois ainda se percebem discriminação racial, como em um experimento social realizado pelo Thiago Fonseca no centro de São Paulo, o qual consiste em simular um homem de etnia africana e outro de origem europeia tentando abrir a porta de um veiculo, o resultado foi que somente o afrodescendente foi detido pela população. Por conseguinte, é notória a marca historica-social
Logo, a questão do racismo requer apoio do Estado. O Governo deve investir em programas de experimento social, por meio das redes sociais, os quais serviram para conscientizar a população sobre o mal do preconceito, a fim de promover a empatia. Além disso, cabe ao Governo investir em