A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 31/01/2020
No livro “A resposta”, de Kathrin Stockett,um grupo de empregadas relatam a sua convivência em uma América segregada por cores. Fora da ficção, a realidade apresentada não é diferente, visto que o racismo é um mal enraizado na cultura brasileira até os dias atuais. Dessa forma, é válido avaliarmos a herança de uma cultura escravista, bem como, a desvalorização da cultura no Brasil.
Martin Luther King, dizia, “que seu maior sonho era ver seus filhos sendo julgados por sua personalidade e não por sua cor”, nesse sentido, no Brasil, torna-se evidente que a cultura afro, mesmo no século XXI, é muito desvalorizada e não reconhecida pela população brasileira, o que impossibilita a exaltação daqueles que fizeram e fazem história no Brasil.
Outro ponto que merece atenção,é o resquício de uma cultura escravista, onde os negros, em sua maioria, eram escravizados. Dessa forma, muitos brasileiros ainda carregam em sua formação preconceitos introduzidos por seus antepassados, julgando a população negra por sua cor, proferindo palavras de ofensa e até mesmo agredindo essa população.
Infere-se portanto, que medidas são necessárias para resolver a persistência do racismo no Brasil. Assim, cabe ao Ministério da Cultura, a promoção de projetos abordando a cultura afro em diversas regiões do país, por meio de exposições, shows, a fim de que seja reconhecida e valorizada por todos. Do mesmo modo, cabe às mídias sociais, a difusão de conceitos para que ocorra a retração da cultura escravista, por meio de campanhas valorizando sempre o afro. Somente assim, o pensamento do ativista Martin Luther King poderá deixar de ser um sonho e passará a ser uma realidade.