A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 31/01/2020
Mesmo após anos de luta, em pleno século XXI é possível perceber casos de racismo na sociedade brasileira. Apesar disso, algumas pessoas alegam que ele já foi completamente extinto, mesmo com evidências contrárias, o que dificulta o processo real de eliminação desses ocorridos. O racismo pode acontecer de várias formas, desde a atos sutis até a atos de violência contra o oprimido. Por essa razão, são necessárias medidas governamentais e sociais para acabar de vez com o racismo.
Durante o Brasil colônia, o racismo era muito forte pois a grande maioria da população negra era escrava e vivia em condições precárias. Nessa época a escravidão era justificada pela crença na falta de identidade dos negros apenas por apresentarem uma cor mais escura que os europeus. Assim, desde muito tempo a população negra vem sofrendo consequências dessa ideia retrógrada.
Um dos grandes problemas que compactua com a persistência do racismo entre a população brasileira é a falta de importância dada a casos ocorridos, o que banaliza a luta pelo fim desses atos imprudentes. Por essa razão, pode-se perceber o enraizamento do racismo, que possui várias formas, entre elas a mais sutil é o estrutural cuja definição evidencia a pouca presença de negros no âmbito escolar e em altos cargos.
Como dizia Albert Einstein “é mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito”, na época em que foi dita o átomo era considerado indivisível, entretanto atualmente, é possível dividir os elementos de um átomo, portanto é possível dizimar os preconceitos, entre eles o racismo. Para isso, o Ministério da Educação deve promover palestras em escolas públicas que mostrem a presença do racismo na sociedade e os instruam a não praticar e reportar esses atos. Também, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública assegurar que as punições pelo racismo sejam cumpridas de forma rígida, a fim de acabar com a inimputabilidade por ações referentes a essa questão.