A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 30/01/2020
O “Homo erectus” primeiros primitivos da espécie humana, surgidos na Africa - lugar consolidado como o verdadeiro berço da humanidade. No entanto, sob tal ótica, associada á fatores biológicos, históricos e culturais, torna-se a rigor, que todos os seres humanos são afrodescentes. Contudo, ao se analisar a conjuntura do Brasil, retornando ao seu passado, expõem de maneira árdua a persistência do racismo, demonstrando, de modo antiético, a desvalorização do ser enquanto ser, mediante a suas próprias origens. Ademais, o panorama racial é difundido no país não apenas de modo cultural, como também alinhado, silenciosamente, a Instituições Governamentais,e em aprimora, a educação ofertada.
Convém ressaltar, a principio, que a intolerância subsequente do racismo, é manifestado, hodiernamente pelas autoridades Brasileiras, com o preceito da cor, classe social, e esteriótipo. Somando-se a tal fato, ao se observar a concentração de negros no país, as suas condições, na maioria das vezes são desfavoráveis, exprimida aos sistema carcerário e ausentes nas participações politica, ou profissões ditas como “bem sucedidas”. Tal advento pode ser confirmado pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ) onde 76,2% das atuações policiais são voltadas aos negros. Este fenômeno, infelizmente, ainda é uma realidade dos brasileiros, espelhada na desigualdade que se mostra pertinente, e imutável, ao se tratar de olhar o negro como um ser revestido de oportunidades, haja vista, que as estatísticas atuais, claramente demonstram o reflexo de como a sociedade abre as portas para o grupo injustiçado.
Além disso, outro fator contribuinte é a educação dada nas escolas pelo Estado, em que as bases curriculares de matérias como Humanas, por exemplo, é trabalhada de modo exteriorizada ao contexto atual, sem a demonstração de suas consequências, gerando, assim um ensino pautado em teorias superficiais, visando apenas os bons resultados, e negligenciando o senso crítico dos estudantes que não compreendem que o racismo é sobre tudo, uma prática associada a ignorância de acreditar-se que a escravidão já foi extinta, e que pessoas negras que vivem em situações decadentes, não são vítimas do sistema, e sim, de sua próprias decisões, alimentando de modo silencioso e inconsciente, a representação do racismo atual, em que não há problemas, e tudo, está bem.
Surge com isso, a latente necessidade do Estado de promover projetos escolares que visem conscientizar a núcleo estudantil sobre o racismo, e seus efeitos no Brasil, trazendo indivíduos negros, que detenham de experiências para serem discutidas em sala de aula, desta forma a preparação da juventude para o futuro, será consequente, de modo não só consciente, como também participativo, da enrradicação do racismo no Brasil.