A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 01/02/2020
Meados do século XVI, ocorreu o Tráfico Negreiro. Navios lotados de pessoas negras trazidas da África para para o trabalho escravo sem fins lucrativos e ainda eram taxados de não humanos, sem alma. Atualmente, no Brasil, mesmo conquistando sua liberdade e igualdade perante a lei, negros ainda sofrem muito com a persistência do racismo, o que é um crime.
Em primeiro plano, a lei de número 7716 de 1989, deixa claro que crimes de descriminação sofrerão punição porém, não convém com a realidade. Analisando o caso de um empregador branco de classe media alta e um funcionário negro de situação menos favorecida, por exemplo, em sua maioria são insultados, ridicularizados, humilhados e até mesmo agredidos, não somente pela cor de sua pele mas também pelo esses status social. Casos assim não são denunciados, pois são vistos como normal e fora a relação de dependência do funcionário que sempre é o mais prejudicado.
Outrossim, o filme “O ódio que você semeia” mostra o preconceito nos dias atuais dos Estados Unidos, onde o medo te impede de lutar pelos seus direitos e mesmo recorrendo, você perde. Trazendo o contexto para o Brasil, não é muito diferente. Os noticiários sempre informam que jovens negros são acometidos de crimes e são brutalmente assassinados por policiais e quando a família pede por justiça, ela fica a favor dos policias por falta de investigação ou de prova de ambos os lados.
Em síntese, a escravidão acabou mas o preconceito enraizado na sociedade não. É notório que há um desfalque no cumprimento das leis brasileira. Em virtude disso, é necessário que os poderes Legislativo e Judiciário trabalhem de forma justa na confecção e no cumprir da lei. Além de o Ministério da Cultura e da Educação devem trabalhar juntos para mostras e reconhecer que a descendência africana esta no Brasil, assim como a europeia e uma não deve ser mais favorecida do que a outra, por meio de peças teatrais nas escolas, palestras e mídias sociais, para em fim o racismo acabar como a escravidão.