A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 06/06/2020

A partir de 1530, quando houve o “boom” do açúcar no Brasil, a necessidade de mão-de-obra foi decisiva para o surgimento do tráfico negreiro no país. Ademais, a estrutura escravocrata enraizada há cerca de 500 anos, permanece sólido nos dias atuais. Isso ocorre devido não só ao racismo estruturado, mas, também, a exclusão racial.

Deve-se pontuar, de início, que mo século XIV, os negros sofriam grandes repressões que acontecem análogamente no país vigente. A segregação racial na sociedade, o racismo é muito praticado, desde a ocupações de cargos de alto calão no mercado de trabalho, à relação  da cor estar ligado a criminalidade.

Além disso vale ressaltar, que o Brasil possui uma grande dívida com a raça negra do país. Após a abolição da escravatura, em 1888, os escravos foram libertos sem aparo governamental, alojando-se em favelas, fator que reflete até nos dias atuais. Consoante ao site jornalístico UOL, 72% dos negros resídem em favelas e em locais sem saneamento basíco.

Portanto urge a necessidade de solução para tal impasse. Cabe, então, ao Ministério do Turismo, juntamente com ONG’s, intensificarem programas de ajuda e inclusão social dos negros no mercado de trabalho. Ademais, reforçarem leis que criminalizam o racismo no país, para que dessa maneira, essas pessoas possuam maiores oportunidades em suas vidas.