A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 06/07/2020
Nos livros da saga Harry Potter é retratado ao longo dos anos o preconceito com os “nascidos trouxas”, que são as pessoas mágicas que nascem em famílias não mágicas. Muitas famílias de sangue-puro agem de forma preconceituosa com eles, por não serem “cem por cento” mágicos o que marginaliza os nascidos trouxas. Assim age a sociedade brasileira atual com as pessoas negras, discriminando aqueles com um tom de pele diferente.
Historicamente as pessoas negras são maltratadas, postas de lado, discriminadas, escravizadas, tratadas como inferiores e, infelizmente, o racismo foi impregnado na sociedade e na cultura brasileira desde a Era Colonial já que, mesmo após a assinatura da Lei Áurea, os negros ainda eram e/ou são vítimas de preconceito racial.
Segundo dados governamentais, 64%, ou seja, mais da metade da população desempregada brasileira é negra. Este dado nos mostra que elas são marginalizadas pela sociedade que não emprega alguém apenas pela cor de sua pele. E, quando são contratados, muitas vezes, recebem um salário menor do que o contratado branco.
Para mudarmos isso é necessário maior conscientização de que racismo é crime, se você não contrata alguém pelo seu tom de pele, é crime, se você é mal educado com alguém pelo seu tom de pele, é crime, se você julga alguém pelo seu tom de pele, é crime. O Poder Judiciário poderiam propor uma pena maior para atos de racismo, para que as pessoas entendam que é direito delas não gostarem de alguém, mas também é um dever dela respeitar os outros.