A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 06/07/2020
O fim da escravidão se deu em 1888 com a lei áurea assinada pela princesa Isabel; porém o Brasil foi o último país ocidental a abolir a escravidão. Mas a sociedade atual tem os mesmos preconceitos da época, entretanto, agora esse preconceito é encoberto. E o que prova que o racismo ainda existe são as perseguições nas redes sociais e a marginalização do negro.
Torna-se perceptível o tratamento diferente para com as pessoas negras na sociedade, como nas redes sociais,em que influenciadores negros denunciaram a perseguição de hackers nas redes sociais. Como o caso da professora de história Caroline Sodré, de 25 anos, especialista em conteúdos raciais voltados para a educação. Essa moça teve sua conta derrubada após pedir o selo de verificação do instagram, sem contar diversas ofensas postadas para pessoas negras.
É notório que a marginalização do negro existe em diversos modos, como escolas, trabalho e até mesmo as condições de vida, que nunca foram as mesmas para todos. Como por exemplo a educação pois a chance de um negro ser analfabeto é cinco vezes maior que a de um branco, e um outro extremo é que um a cada quatro pessoas com ensino superior é negra, porém a qualidade de vida das pessoas negras está em 70% das pessoas que vivem em situação de extrema pobreza. Interferindo nas condições de moradia, enquanto 70% dos brancos têm uma máquina de lavar em casa, e as pessoas negras mais da metade não tem o eletrodoméstico.
Para que amenize as situações de racismo na sociedade, o assunto deve ser discutido não somente no Dia Da Consciência Negra, mas sim todos os dias; esses debates podem ser feitos por professores em escolas ou faculdades, para que possamos reconhecer a importância dessa população, e assim celebrar a cultura e a alegria, e não esquecendo a luta de uma sociedade mais justa. Se todos se mobilizarem podemos amenizar o problema.