A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 05/07/2020

A  introdução da música Senhora Liberdade, de 1979, cantada por Zezé Motta, relata a vida injustiçada de um povo, que por séculos vem buscando sua igualdade e respeito. O racismo, junto da escravidão, desrespeito e desigualdade, chegou no Brasil há muitos anos, e para que haja uma melhoria sobre este assunto, cabe o direito de discutir sobre o mesmo.

Preteou o olho da gatiada, Bem coisa de preto, Macaco. Esses exemplos são os mais comuns dos racistas no Brasil. Logo, medias cabíveis precisam ser tomadas. A sociedade brasileira ainda é influenciada pelo ´fantasma´ do período escravocrata. Porém, é deplorável que haja situações como essas, sendo que dois séculos atrás, a Lei Áurea foi imposta para que esse assunto não seja mais uma questão, pois está claro que, o que torna sua pele clara é a melanina, e não uma questão de inferioridade ou superioridade.

Em primeira analise, é confirmado que o racismo no Brasil é praticado por pessoas que não tem conhecimento das legislações que criminalizam esses atos, levando consigo valores equivocados. Os negros, no Brasil, geral mais de 50% da população brasileira, contradizendo a porcentagem de cargos mais altos em empresas ou de universitários. É importante destacar que os negros são minoria nos exemplos citados anteriormente. Essa realidade faz alusão ao ambiente colonial em que o europeu tinha um papel destaque, enquanto os escravos eram subalternados.

Portanto, medidas precisam ser instaladas, para que a curva do gráfico do preconceito diminua. Movimentos como Black Lives Matter, que está acontecendo nos Estados Unidos, é fundamental para a conscientização da  sociedade sobre o assunto. Informações, junto da educação familiar, irá providenciar uma nova geração livre de preconceitos.