A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 06/07/2020

O Ku Klux Klan foi um grupo criado em 1805 nos EUA, e analisarmos a história e os feitos desse grupo que facilmente notamos o com preconceituosas e racistas eram os integrantes do mesmo. O grupo pregava ódio aos negros, batendo, espancando e até assassinando-os pelo simples fato de serem afrodescendentes, infelizmente, o grupo se perpetua até hoje nos ela, mostrando-nos que precisamos urgentemente acabar com a persistência do racismo, principalmente no Brasil.

Em primeira análise, pode-se entender que a presidência do racismo na sociedade brasileira é o principal causador de desigualdades sociais e uma espécie de criador de “obstáculos”, entrevista que números pessoas pagas acaba sofrendo com falsas acusações, sendo muitas vezes tratados como suspeitos ou até culpados de algo que não cometeram, podendo também serem presos de forma injusta devido à existência de policiais corruptos que insistem prenderam pessoas de descendência afro, mesmo sem prova alguma. um exemplo disso, de acordo com a revista El país, foi o caso do Gabriel Silva Santos que foi preso injustamente no mês de junho desse mesmo ano, segundo a Polícia civil baiana, Gabriel foi confundido com um ladrão de carros, sendo o único indício de suspeitas o fato de ser melânico, ele foi levado à delegacia e posto diante da vítima, que afirmou não conhecer Gabriel, e mesmo assim a polícia registrou a sua prisão.

Outrossim, podemos dizer que os afrodescendentes são os primeiros a serem escolhidos como culpados de um crime e os últimos para uma vaga de emprego, tendo em mente que várias pessoas mulatas sofrem algum tipo de preconceito na hora de conseguir um emprego. A sua cor de pele acaba se tornando um obstáculo para conseguir uma vaga, à custa do preconceito existente nos entrevistadores, que mascaram sua discriminação dizendo que a pessoa não requeria a experiência suficiente para vaga. Prova disso é que, segundo o IBGE, cerca de 64% dos desempregados no Brasil são de cor de pele escura.

Não obstante, governo federal, em parceria com o Ministério da Educação carecerá de novas mudanças na grade de ensino fundamental, de modo que sejam feitas atividades e palestras interativas, visando conscientizar as crianças desde cedo, pois o racismo não nasce junto com alguém, ele se cria ao longo da vida. Feito isso, a longo prazo, teremos uma sociedade menos racista e menos persistente no erro.