A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 06/07/2020

Em 25 de maio de 2020, um afro-americano chamado George Floyd foi morto por Derek Chauvin, policial branco de Mineápolis nos Estados Unidos. Derek se ajoelhou sobre o pescoço de George, que estava desarmado e de bruços no chão, durante 8 minutos até que o civil morreu asfixiado. Desde então, diversas cidades nos EUA e no mundo começaram manifestações e protestos em defesa de George e muitos outros negros que foram mortos injustamente pela polícia.

Casos como esse são vivenciados diariamente na sociedade brasileira, o racismo se faz presente na realidade da grande maioria da população afro de nosso país. De acordo com o site “G1”, negros e pardos compõem 78% das mortes em ações policiais no Brasil. Além disso, o site “Agência Brasil” afirma que negros têm 2,7 mais chances de serem mortos do que brancos.

A abolição da escravatura foi oficialmente declarada em 13 de maio de 1888, 132 anos depois as práticas racistas continuam afetando a vida de milhões de pessoas. Existem leis contra a injúria racial e diversos projetos como o movimento mundial “Black Lives Matter”, que atuam com o intuito de alertar e conscientizar as pessoas sobre o racismo. Contudo, esses movimentos só serão eficazes se cortarmos as raízes do problema. Na minha opinião, é essencial que a família e as escolas ensinem as crianças desde cedo a gravidade do racismo e a importância de respeitar e defender as vidas de todos, independente da cor, raça, gênero ou religião. Bem como, continuar realizando projetos e movimentos a fim de combater a sociedade racista e alcançar a igualdade para todos, como se é por direito de todo o cidadão.