A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 06/07/2020
No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que ficou conhecido como o fim da escravidão no Brasil. Contudo, o término desse período muito conhecido no Brasil não fez com que o racismo acabasse, até mesmo nos dias de hoje muitos negros tem salários menores do que o de pessoas brancas e muitos são mortos somente pela cor de sua pele.
Em primeira análise, dados recolhidos pelo UOL mostram que 70% dos negros são pobres no Brasil, fazendo com que o número de negros em periferia aumente cada vez mais. De acordo com a folha de São Paulo, existe uma diferença de 31% entre o salário de negros e brancos, sendo que mesmo tendo o mesmo nível de escolaridade, muitos negros recebem menos salário do que brancos.
Em segunda análise, o número de casos de negros mortos aumenta a cada dia no Brasil, uma pesquisa feita pela Agência Brasil mostra que os negros tem 2,7 mais chances de serem mortos do que Brancos, muitas vezes causados pelo próprio racismo. Ao ser entrevistado, o pesquisador Rodrigo Leandro de Moura disse que o racismo explica 80% dos casos de negros mortos no Brasil. Sendo assim, muitos negros são espancados e mortos somente pela cor de sua pele.
Logo, dado o exposto, o combate contra o racismo deve começar desde cedo, deve haver uma ação do ministério da educação com o governo brasileiro realizando uma disciplina nas escolas focada no respeito com o próximo para mostrar que não deve existir distinção de raça e que somos todos iguais e fazer palestras nas escolas com o intuito de mostrar que podemos acabar esse pensamento racista dentro de nossa sociedade. Se nos unirmos contra o racismo, talvez a assinatura da Lei Áurea realmente mostre seu efeito.