A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 07/07/2020

A frase “Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode-se ensiná-las a aprender a amar. O amor chega mais naturalmente ao coração humano que o contrário”, de Nelson Mandela, é um excelente resumo do principal originador do racismo no Brasil.

O caso do “lápis cor de pele” intrigou diversas pessoas nos últimos anos e educadores da pré escola fizeram vídeos pedindo às crianças que lhes alcançassem o lápis cor de pele, e para sua surpresa, a maioria pegou lápis marrom, rosa claro, branco, preto, entre outros. Por outro lado, há professores racistas, que ofendem crianças e acabam colocando uma ideia errada na cabeça delas, como aconteceu com uma menina de apenas quatro anos, onde “Segundo a mãe, que tem 25 anos, a menina chegou em casa chorando na última segunda-feira e contou que a monitora não quis lavar o cabelo dela”, caso relatado pelo Correio Brasiliense.

As escolas acabam por ser um local com potencial para intervir na formação de opiniões, sendo assim, cabe ao corpo docente intervir em situações que podem apresentar ideias errôneas sobre a afrodescendência e educar os alunos para que respeitem as diferenças e pratiquem a empatia. E em relação aos professores com posicionamento racista, cabe ao Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Cidadania julgar se deve ou não continuar na área da educação ou se devem tomar outros rumos no mercado de trabalho.