A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 07/08/2020
O racismo está presente na sociedade brasileira desde a era colonial, com a presença de escravos negros africanos sendo traficados pelos portugueses. Como se não bastasse, ainda ocorre a persistência de estes de etnia diferenciada sofrerem principalmente por estarem inferiores em questões de emprego, salário, e preconceito.
Primeiramente, cabe pontuar que a taxa de desemprego é mais elevada entre os trabalhadores negros, pois encontram maior dificuldade para ingressar em um trabalho se comparados com os de pele branca, mesmo possuindo a qualificação concordante para exercer o serviço. Além disso, Segundo o IBGE, a renda média de um homem branco no país é de R$ 3.579, enquanto um homem negro ganha R$ 1.970, ou seja, o salário é 45% inferior.
Por conseguinte, vale ressaltar o preconceito racial desenvolvido através da violência física e verbal, ou até mesmo inferiorizando os indivíduos em decorrência de serem de outra etnia. Assim como o caso de Luana Tolentino, professora em Belo Horizonte, que por conta do cabelo e da cor escura, foi acusada por um indivíduo de ser a responsável pela faxina do local.
Portanto, o ministério da justiça deve instituir uma lei que torne os salários igualitários, para não haver desavenças financeiras, pois não é a cor da pele que define a capacidade profissional do ser humano. E também promover palestras nas escolas com profissionais da área para instruir os jovens desde cedo a não adquirir essa descriminação racial.