A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 07/08/2020
A persistência do racismo na sociedade brasileira
O racismo no Brasil vai além de ofensas discriminatórias do dia a dia sabendo que nem todos tem a coragem de dizer o que pensam. Após a assinatura da Lei Áurea, em 1888, o negro foi jogado de lado a margem da sociedade e teve que lutar muito para conquistar seu espaço. Cerca de 60% da população carcerária no país é negra, dados como esse revelam as dificuldades que os mesmos enfrentam no acesso à educação, saúde e a moradia de qualidade.
Apesar de vermos diferentes formas de manifestar repúdio a essa população, o preconceito racial mais predominante é aquele velado - diferente, mas que pode se considerado tão ruim quanto o racismo evidente. Dessa forma, fica clara a necessidade de combater o problema em questão, tornando o ambiente de convívio, nesse caso o Brasil, um local harmônico e sem distinção de cor. Pois, como proferido pelo músico Bob Marley, enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho nos olhos, haverá guerra.
Dado o exposto, é importante salientar que, nós seres humanos, independente da cor da pele, somos todos iguais. Além disso, para evitar que as gerações futuras permaneçam com a mesma linha de pensamento preconceituosa, é imprescindível que sejam tomadas medidas, como implementar palestras de conscientização em escolas de nível fundamental, ministradas pelas próprias vítimas de atos preconceituosos, trazendo a realidade para próximo das crianças de forma que elas entendam o que se passa. O apoio de ONGs na formação de grupos sociais que lutem pela igualdade, formando grupos e buscando diversas formas de entrosamento entre o coletivo, é uma medida essencial para que as pessoas socializem igualmente uns com os outros.