A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 07/08/2020

A população brasileira foi formada por diversos povos, entre eles, os africanos que foram trazidos, involuntariamente, pelos europeus na condição de escravos. Nessa situação, a cultura e os cidadãos africanos presentes no Brasil se tornaram alvos de discriminações racistas pelo restante da população, e mesmo depois da abolição da escravidão, a persistência do racismo se estende até os dias atuais.

Em 1888 a lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel, o que libertou definitivamente os escravos da escravidão, mas isso não significou o fim da repressão que eles sofreriam até os dias de hoje, com o tempo conquistaram leis, mais que ainda não é o suficiente para que tenha a igualdade entre brancos e negros.

O racismo em si, não está relacionado apenas a depreciação envolvendo os negros, mas sim a qualquer discriminação, seja ela por características físicas ou pelo modo de agir e pensar, no entanto, a figura do negro ganha destaque nesse cenário. Além disso, o maior problema está enraizado na cultura daqueles que insistem em não ceder.

Desse modo, a falta de seriedade com que esse assunto é tratado e a má formulação das leis justificam a persistência do racismo. O governo deveria abrir um processo para rever e reformular , talvez até criar , as leis sobre racismo. A mídia, alinhada ao governo, deve criar campanhas para conscientizar as crianças e os adultos para não reproduzirem comentários racistas na intenção de extingui-los.