A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 28/08/2020

Nelson Mandela, foi um ativista negro que lutava pelo fim do racismo no mundo. Paralelamente, a persistência do racismo na sociedade brasileira é um problema muito grave na atualidade, a qual tem como causas, a banalização governamental e a atitude preconceituosa dos policiais.

Em primeira instância, segundo o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir o bem-estar social, porém essa não é a realidade brasileira. Isso pode ser visto devido a inobservância estatal no que tange à luta antirracista. Tal atitude pode ser justificada, uma vez que há a falta de representatividade negra no governo e canais de influência em massa, o que corrobora a um cenário excludente e elitista. Como consequência disso, há o desânimo populacional e, assim, o enfraquecimento dessa importante luta.

Outrossim, deve-se ressaltar, também, que o racismo estrutural tem protagonismo no cenário atual da problemática. Sob essa perspectiva, na música “Formation”- da cantora Beyoncé- é retratado a violência policial, assim como a intolerância racial nesse setor público. Tendo isso em vista, devido a constante relação de superioridade ética e social, há a persistência de um pensamento, inadequado, de soberania de uma raça- a branca. Dessa forma, há o aumento de movimentos e manifestações em prol da igualdade jurídica e racial.

Dessarte, medidas que visam solucionar insistência do racismo na sociedade brasileira são necessárias. Para tal, o Ministério da Cidadania, juntamente com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve contratar profissionais capacitados – por meio da abertura de concurso público- com o fito de reforçar a importância dessa luta, mediante a produções televisivas e palestras, assim como mudar o comportamento errôneo e racista desses policiais. Essa proposta sugere que, a partir dessas mudanças, haja a mitigação desse cenário problemático para que então, o racismo no Brasil seja combatido e que a teoria Hobbesiana seja cumprido.