A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 14/09/2020

Desde a colonização, há um processo de eurocentrismo no Brasil, onde se valorizam excessivamente as tradicoes e caracteristicas do povo europeu; e o papel do português como colonizador há, até hoje, uma exaltação de tudo que vem do branco e desprezo pelo que é de origem negra, o que torna racista o pais de fortes influências africanas, e que mesmo ciente de tal barbilha, permanece excludente ao longo dos séculos.

Com o passado brasileiro marcado pela sufocamento étnica, o racismo, provocador de violência, ódio e discórdia, ainda permanece muito presente no país e, por isso, deve ser urgentemente, combatido. “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”., disse o ex-presidente dos EUA, Obama. A partir dessa afirmação se comprova que a grande questão do preconceito são doutrinados na sociedade e, para reverter a situação, é necessária uma mudança educacional.

Em virtude desse problema, a maioria populacao, mostra repulsa pela produção cultural negra e pela estética da etnia, o que é explícito e reforçado pela mídia. Nos meios visuaiscomo o cinema, a televisão, é visível a falta de produtores de origem afrodescendente e a ausência de papéis para atores negros. Contudo, quando existem personagens disponíveis, são usados ainda de forma preconceituosa, como os negros que nos filmes são retratados como criminosos ou trabalhadores de subempregos.

Fica evidente a necessidade de ação para a mudança desse impecilho. Portanto, o Ministério da Educação deve exigir a discussãos nas escolas, públicas e particulares sobre importância do negro na sociedade e o seu legado cultural. Além disso, o Ministério da Cultura deve usar de seus recursos para ampliar o incentivo à produção artística afrodescendente, que por meio de discussões inovadoras e personagens diferenciados, promova a diversidade da cultura e a desconstrução da imagem estereotipada que difama o negro.