A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 15/09/2020

Mal antigo

Preocupante. Esse adjetivo caracteriza a questão do racismo no Brasil contemporâneo. Contudo, tal problema não é atual, visto que desde 1960, na África, eram comuns práticas de segregação racial em locais como escolas, ônibus e restaurantes. Entretanto, esse impasse ainda é persistente na atualidade. Logo, mesmo com uma intolerância menor que de épocas passadas é de extrema importância a intensificação de movimentos que tentem mudar a situação do negro na sociedade.

Os casos de resistência negra são frequentes, mas o racismo ainda se manifesta cruelmente. Exemplo disso, na atualidade, são empresários que segregam pessoas negras que se candidatam a uma vaga de emprego, o qual geralmente são dispensas pela cor que possui com o argumento de que não tinham o perfil que a empresa procurava. Desse modo, gera-se um problema econômico pelo aumento do número de desempregados no Brasil e a maioria deles são afrodescendentes.

Além disso, preocupa a segregação racial nas escolas. Nesse sentido, tal problema, se não solucionado, provocará impactos negativos principalmente na saúde física e emocional do jovem, o que formam adultos agressivos por conta dessa intolerância, além do possível desenvolvimento de doenças psicológicas. Logo, geram-se impactos na saúde pública do país.

Semelhante ao organismo humano e seus linfócitos, indivíduos que sofrem pela segregação racial precisam de mecanismos defensórios. Portanto, o Estado deve realizar palestras em empresas e escolas com intuito de debater a questão do negro e mostrar que eles também têm capacidade de ingressar no mercado de trabalho, bem como quebrar a mentalidade segregacionista. Além disso, é importante a representatividade do negro em profissões consideradas de ‘’elite’’ como cargos políticos com intuito de motivar esse grupo a estudar e ter uma profissão. Logo, será possível coibir esse mal antigo que é o racismo.