A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 23/09/2020
É inegável que diante dos avanços da sociedade do século XXI, a questão do racismo no Brasil necessita de um olhar no processo histórico, sendo tal ato fruto da era colonial e escravocrata estabelecida por colonizadores portugueses. Nesse contexto, o ponto chave deste debate é tratar sobre a persistência do racismo na sociedade brasileira.
Apesar de existirem leis contra o racismo no Brasil, cidadãos negros ainda sofrem com a discriminação racial independendo da classe social na qual o cidadão negro se encontra. Por exemplo, o jogador de futebol Neymar que mesmo sendo um cidadão de renda econômica alta foi vítima de racismo em um jogo no dia 13 de setembro de 2020 após ser chamado de “macaco” por outro jogador, outra vitima foi a jornalista Maju Coutinho que em uma live na plataforma Instagram foi citada como “péssima jornalista” e acusada de estar na TV não por merecimento mas pela cor.
Dito isto, pode-se ver que o racismo no Brasil encontra-se persistente em variadas áreas de trabalho e entre todos os gêneros, tendo na justiça uma qualidade extremamente baixa, devido a falta de posicionamento de instituições responsáveis pela condenação dos praticantes de tal crime não cumprindo com a pena determinada pela lei.
Contudo, é obrigação do Ministério da justiça e cidadania aprimorar mecanismos de defesa e apoio para vitimas de racismo e promover a devida pena para aquele que o comete, fazendo também a reeducação das sociedades ensinando-as que todos são humanos independente da cor, a fim de evitar futuros individuos com ideias racistas e assegurar que a lei sera cumprida.