A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 20/11/2020

O filme “12 anos de escravidão”, retrata a história de Solomon Northup, negro livre e nascido nos Estados Unidos, que luta por sobrevivência e liberdade. Paralelamente, um fato iminente, onde o indivíduo negro busca por reconhecimento e ascensão social em pleno século racial. Ora, esse problema se torna substancial por parte da negligência Estatal e do estereotipo preconceituoso da sociedade.

Na proa desse cenário ressoa a indiferença do Poder Publico para com as massas afrodescendentes. O filósofo Arthur de Gobineau explana em seu livro “Ensaio sobre as desigualdades de raças humanas” as questões da eugenia e o racismo, donde a miscigenação entre etnias seria fulcral para a degradação da raça humana. A obra faz analogia à segregação atual e a pratica de politicas que privilegiam um só povo. Assim é substancioso que o aparato legislativo funcione na praxe, a fim de reduzir a discriminação no contexto social.

Por sua vez, a recorrente vulgaridade da multidão em volta dos mestiços gera desavenças. A lei da Abolição da Escravatura de 1888 foi à ruptura da dominância branca sobre as classes subalternas, mas que ouve permanência no preconceito. O cenário se estende ao hoje de modo semelhante, com o olhar indiferente das castas que se acham superiores, isso percorre a injustiça. Logo, é primordial que haja melhor conscientização dos residentes nesse panorama.

Em síntese, urge que medidas sejam realizadas para conter essa conjuntura. Portanto, cabe ao Governo, implementar ações que visam igualdade entre indivíduos na elevação da área social, por intermédio de verbas publicas, para garantir primazia e cooperação desses cidadãos. Outrossim, a coletividade deve promover campanhas publicitárias mais eficazes de conscientização, através de parcerias com grandes mídias, para o intuito de modificar a pisque social, como mecanismo de retroceder a atuação hostil, visando um efetivação de atividades discriminatórias.