A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 28/12/2020

Em 1888 a princesa Isabel aboliu a escravização de negros no Brasil, mas infelizmente à persistência do racismo neste país continua. Com isso, torna-se inegável que o Estado é um dos principais autores da discriminação racial, por exemplo, com à falta de investimento eficiente na educação e a deficiência do Art. 5° da constituição.

Com efeito, por meio da análise histórica, reverbera-se o imaginário coletivo ao expressar as mazelas sociais como forma de denúncia. Concomitante a isso, consoante ao, Augusto Cury (o psicólogo mais lido na atualidade), afirmou que o modelo de educação mundial é ruim, confirmando está tese foi o caso de, George Floyd, vítima de racismo em um país com uma das melhores educação no mundo; e o Brasil sofre mais ainda com ineficiência também na educação.

Em outra análise, nota-se a decrepitude moral ao enaltecer um construto vigente de descaso dos governantes no tangente ao Art. 5° da constituição. Por conseguinte, o Art. 5° diz que -todos somos iguais perante a lei-; porém estudos feito pela “Globo news” mostrou que a polícia brasileira está entre as que mais matam negros no mundo, reafirmando então à deficiência da constituição no Brasil.

Dessarte, ficam evidentes os malefícios pertinentes ao preconceito racial no Brasil. Portanto, concerne ao governo Federal, em parceria com à secretária de segurança de cada estado, enviar uma reformulação rigorosa do Art. 5° ao poder legislativo; e buscar orientação de psicólogos para um novo modelo de educação, a fim de diminuir o racismo no Brasil.