A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 02/01/2021

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. No entanto, ao observar o racismo no atual cenário brasileiro, percebe-se que o ponto de vista do filósofo foi contrariado, uma vez que os negros sofrem de discriminação constantemente. Nesse sentido, pode-se afirmar que a base educacional lacunar e a sensação de superioridade agravam essa situação.

Convém ressaltar, a princípio, que a má formação escolar é um fator determinante para persistência do problema. Segundo Kant, o ser humano é resultado da educação teve. Sob essa lógica, se há um problema social, há como base uma lacuna na edução. Nesse viés, no que tange ao preconceito racial, percebe-se a forte influência dessa causa, uma vez que as escolas não têm cumpridoiro se papel em reverter esse problema, pois elas só pensam em trazer matérias disciplinares e esquecem de trazer ás salas de aulas conteúdos que valorizem a importância do negro.

Além disso, outra dificuldade enfrentada é a questão da sensação de superioridade. Conforme a Teoria da Eugenia, cunhada no século XIX e ultilizada como base do Nazismo, defende o controle social por meio da seleção de aspectos considerados melhores. De acordo com essa perspectiva, portanto, haveria seres humanos superiores, a depender de suas características. No contexto brasileiro, a noção eugênica de superioridade pode ser percebida no racismo, cuja base é uma forte discriminação.

Logo, medidas estratégica são necessárias para alterar esse cenário. Para isso, é imprescindível que as escolas em parceria com a mídia, fomentem a discussão sobre o tema, por meio da veiculação de campanhas publicitárias para os cidadãos e  criem palestras e oficinas para os estudantes-tais devem trazer conteúdos que incitem a valorização dos negros- com a finalidade de tornar a sociedade menos preconceituosa. Talvez, assim, seja possível a construção de um país em que Tomás de Aquino possa se orgulhar.