A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 14/01/2021

“As grandes conquistas da humanidade foram obtidas conversando, e as grandes falhas pela falta de diálogo”. Observa-se na frase de Stephen Hawking, físico teórico britânico, que as falhas persistentes no que tange a persistência do racismo na sociedade brasileira são recorrentes pela falta de diálogo no corpo social moderno. Em vista disso, percebe-se que a conjuntura é motivada pela negligência estatal é, também pela social, impasses esses constantes no aspecto coetâneo da Federação.

Primordialmente, é imprescindível analisar que a persistência da problemática deve-se, principalmente, à omissão do Estado, uma vez que esse não executa o direito fundamental à igualdade estabelecido na Constituição Federal, decretada em 1988. À vista disso, o Ministério a que se compete a pauta, pela falta de políticas públicas eficazes, como a criação de campanhas informacionais sobre a importância do respeito mútuo, sobre todos etnias presentes, para solucionar o imbróglio, fere a legislação. Devido ao fato de que a ausência de respeito mútuo entre grupos de uma sociedade promove racismo entre si. Desse modo, essas práticas não corroboram com os preceitos e princípios de justiça positivados.

Destarte, é fundamental salientar que a lógica consumerista é propulsora do problema. Conforme Zygmunt Bauman, grande filósofo e sociólogo polaco, a inexistência de vigor nas relações sociais, políticas e econômicas é a peculiaridade da “modernidade líquida” vivenciada na contemporaneidade. Diante desse contexto, o imbróglio é motivado porque a aristocracia Branca dominante da sociedade, pela ausência de empatia com a cultura afro-brasileira, insistem em desconsidera lá em detrimento da Europeia em todos meios da comunicação naçional. Sobretudo, esse problema ocorre em virtude do individualismo inerente do século XXI, próprio das relações capitalistas retratadas pelo filósofo. Logo, urge a intermediação dessa questão com ênfase em princípios normativos.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a questão da negligência estatal ea social, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Cultura, será revertido em ações educacionais e na propaganda. A ação educacional será aplicada no sistema de ensino, onde, dez da infância aprenderam a importância do respeito às diferenças e a história de luta por igualdade das minorias nacionais para que não se repita, via TV a propaganda estimularam a paridade entre cada cidadão. Desse modo, vão se atenuar, a médio e longo prazo, os impactos do racismo na sociedade brasileira.