A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 15/01/2021

No Brasil, a escravatura no ano de 1888, porém, o preconceito racial ainda predomina na sociedade brasileira. Segundo dados divulgados da ONU (organização das Nações Unidas) morre a cada 23 minutos um jovem negro no Brasil, deixando evidente que tais práticas racistas persistem no país. O racismo traz com ele um problema grave, a medida em que provoca desigualdade racial, exclusão e violência.

Nessa perspectiva, segundo a ativista do movimento negro e atriz disse “Se todas as vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.” No ano de 2020 aconteceram vários protesto pelo o mundo todo sobre “vidas importam”, devido o aumento de mortes e negligência por este público. Por exemplo, podemos citar o caso que ficou conhecido mundialmente do George Floyd, o afro-americano que foi asfixiado até a morte por policiais brancos em Minneapolis, Estados Unidos. Este cenário passou-se a ser bastante recorrente no Brasil, desde as abordagens violentas de seguranças em mercados e de policiais nas ruas. Vêm tornando-se cotidiano na vidas dos jovens pretos e periféricos.

O racismo por criar este pensamento de que existe uma classe que se sobrepõe à outra, acaba excluindo e negligenciando um grupo pela a cor de pele e etnia. Gerando a desigualdade racial que acaba faltando oportunidades de emprego, educação e lazer para pessoas negras.

Portanto, medidas devem ser tomadas para que todos possam viver sem medo e com direitos de ir e vim. Assim, é necessário que o Estado, na condição garantidor dos direitos individuais, tome providência para mitigar esse problema. Por meio de campanhas em escolas, canais de televisão e jornais mostrando a cultura negra e sua vivência. E também políticas públicas de inclusão e mais eficazes para este público.