A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 20/02/2021

Na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, em um episódio relata um acontecimento racista na escola quando o protagonista Chris recebe um ovo diferente dos demais alunos. Entreranto, o racismo ainda é frequênte em pleno secúlo XXI, e os indivíduos ainda são vítima de descriminação racial. Nesse contexto é possível destacar a luta por representatividade e a igualdade social.

Em primeiro plano, percebe-se que há 110 anos, mulheres Norte-Americanas se reuniam em prol da igualdade política e econômica no país. Nos Estados Unidos e Europa. Nesse longínquo, dia da Mulher de 1908, a luta era etre outras, contra jornadas de trabalho  de 15 horas  diárias e dicriminação de gêneros. Nesse âmbito, pessoas de pele escuras são consideradas minorias, mais em representação  Isso significa, na prática, não estão representadas no espaço público, como na televisão ou em filmes.

Além disso, se um país não consegue atender as necessidades básicas de grande parte de seus cidadãos, tampouco  irá prosperar de forma equitativa. De acordo com o filósofo Suíço Jean Jacques Rousseau, “A propriedade privada introduz a desigualdade entre os homens, a diferença entre o rico e o pobre, o poderoso e o fraco, o senhor e o escravo, até a predominância do mais forte. O homem é corrompido pelo poder e esmagado pela violência. Em função disso muitas pessoas são julgadas todo os dias por ser de pele escura, isso afeta o pisicológico do ser humano, e isso pode causar suicíos em massa.

Diante dos fatos mencionados, entende-se a necessidade de propor ações a problemática da persistência do racismo. Nesse cenário, cabe ao Ministério da Educação junto com o Ministério da Saúde a oferta de palestras socioeducativas em escolas de ensino médio e fundamental, nos quais inclua-se a presença de professores de história, biologia, sociologia e psicólogos, apontando os principais riscos á qualidade de vida de homens e mulheres. A fim de que pessoas ter seus direitos igualitários.