A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 21/02/2021
Em meados de 1500, com a chegada de embarcações portuguesas no Brasil, há registro dos primeiros atos racistas feitos pelos portugueses contra os nativos, visto que escravizaram, perseguiram e mataram. Ou seja, há mais de 500 anos, o racismo se instaurou no país. Nesse viés, o processo histórico mostra que o cenário racial contemporâneo é fruto da cultura ancestral herdada ainda antes da era colonial e vem refletir na estrutura social. Nesse sentido, a violência social contra a raça deve ser minimizada com políticas de inclusão social.
Outrossim, a Constituição federal do Brasil, promulgada em 1988, no governo do então presidente José Sarney, preconiza que o racismo é crime imprescritível e insuscetível de graça e anistia. No entanto, mesmo com todo aparato Constitucional a prática dessa conduta é muito comum na sociedade hodierna e traz consequências às vítimas, como: depressão, ansiedade e exclusão do meio social. Essa violência é classificada como um estigma racial. Desse modo, a violência racial deve ser denunciada às autoridades competentes para se resguardar os direitos da vítima e punir o agressor.
Por fim, as políticas inclusivas como as ações positivas, cotas, são importantes para redimir o passado histórico racista e opressor e garantir a igualdade de oportunidade, fomentando o ingresso dos negros em universidades e escolas. Assim, haverá a efetiva participação do afro no meio da política e da estrutura social.