A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 30/03/2021
A Constituição Federal de 1988, promulgada após a Ditadura Militar garante a igualdade a todo indivíduo e proteção legal contra a discriminização. Conquanto, na prática essa promulgação não se mostra presente, já que a intolerância e o discurso de ódio permanece, quando tratamos sobre o racismo. Diante dessa perspectiva, cabe analisar os fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, é fundamental pontuar que os preconceitos relacionados com as classes sociais, se mostram diretamente ligados ao problema. Segundo dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE) em 2019, 30% da população brasileira afirma que já sofreu preconceito por causa da classe social, dentre essas vítimas 55% são negros. Diante de tal exposto, é de extrema importância que este grupo ganhe mais visibilidade, visto que, o número de vítimas se encontra bastante elevado.
Faz-se mister, salientar que a naturalização do preconceito é mais um grande impulsionador do problema. Tal fato, embora esteja mudando, visto que, hodiernamente no Brasil é perceptível que os negros estão ganhando voz em uma sociedade em que sua grande maioria é extremamente preconceituosa. Diante dessa realidade, é de suma importância que essa comunidade ganhe mais voz em todos os ramos, com o intuito de desmistificar ainda mais a naturalização relacionada ao preconceito racial.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para solucionar esse problema. O Ministério dos Direitos Humanos em parceria com as escolas e as universidades, devem promover palestras, com profissionais especializados, como sociólogos, com o intuito de deixar visível o que uma pessoa negra enfrenta diariamente no Brasil. Diante dessas medidas, espera-se promover ums melhora na persistência do racismo.