A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 14/05/2021

Conforme a primeira Lei de Newton, a da inércia, a qual afirma que um corpo tem de permanecer em movimento, até que uma força externa atue sobre ele, mudando de percurso, a persistência do racismo na sociedade brasileira é um problema que persiste na sociedade há muito tempo. Com isso, ao invés de funcionar como uma força capaz de mudar o percurso da problemática, a combinação de fatores como o racismo escolar e á tardia abolição da escravidão acabam por contribuírem para a situação atual.

Em primeira análise, cabe pomtuar que o racismo ocorre ainda dentro das escolas brasileiras, manifestando de maneira violenta ou verbal. Isso ocorre por causa da cor de pele, religião ou corte de cabelo dos jovens negros. A exemplo, à discriminação contra os cortes de cabelos ou penteados, como o Black Power, tanto para menina ou menino são os mais cometidos pelos jovens, eles utilizam xingamento como “cabelo de bombril”, “cabelo de bruxa” ou “cabelo ruim”. Por conseguinte, esses indivíduos negros, começam à se sentir excluídos da sociedade deixando de ir a escola e perdem sua essência cultural, alisando o cabelo por medo de sofrer racismo.

Ademais, covém observar que à tardia abolição da escravidão que foi feita de maneira incompleta estar ajudando na persistência do racismo no país. Em 1888, a Lei Áurea foi criada e ela extinguiu a escravidão no Brasil. Entretanto, essa lei foi realizada incorreta pois, não criou um sistema político público para inserir os escravos libertos e seus descendentes na sociedade, garantindo a essa população direitos humanos como moradia, saúde, alimentação, estudos e inclusão no mercado do trabalho. Consequentemente, os recém libertos foram habitar os locais, onde, ninguém queria morar, nos morros, formando as favelas, sustentando a ideia de racismo social desde a abolição da escravatura até os dias atuais.

Dessa forma, são necessárias forças suficientes para mudarem a trajetória do impasse no Brasil. Portanto, é mister que o Ministério da Educação aliado a mídia, crie projetos como “Racismo Não”, nos meios de telecomunicações em redes sociais, facebook, instagram, youtube e whatzapp, palestras, debates, documentários e vídeos educacionais, feitos por pedagogos especializados na aréa da cultura e história, sensibilizando os cidadãos a respeito da discriminação racial e cultural, a fim de mitigar o racismo no país, podendo fomentar o respeito entre toda a sociedade.