A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 26/06/2021
Conforme a perspectiva do físico alemão Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Nessa lógica, é perceptível a persistência do racismo na sociedade brasileira, mesmo na hora da contratação de funcionários e nas relações sociais, consequentemente causando doenças psicológicas e desenvolvendo dificuldades emocionais e comportamentais nessas vítimas. Diante desse panorama, é premente a reversão dessa problemática.
A priori, é de amplo conhecimento que o racismo no Brasil é um legado da colonização portuguesa que continua a perdurar. Somado a isso, essa discriminação ocorre, também, no mercado de trabalho. Segundo a análise das 500 maiores corporações do Brasil feita pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), menos de 5% delas é dirigida por negros. Portanto, é necessário que essas adversidades sejam amenizadas.
Simultaneamente a isso, o racismo está presente nas relações sociais, sendo que pessoas negras podem ser alvos de xingamentos, violência e até mesmo homicídios. Desse modo, essa injustiça pode corroborar para o desenvolvimento de doenças psicológicas, como depressão, ansiedade, dificuldades comportamentais e emocionais. Essa situação é caótica, contudo, mutável.
Fica claro, dessa forma, que o racismo permanece no Brasil atual, com isso, intervenções têm que ser feitas a fim de amenizar essa situação. Para tanto, é imprescindível que as escolas realizem debates com os alunos de todas as idades com o propósito de desconstruir qualquer tipo de preconceito. Paralelamente, é imperativo que o Poder Legislativo fiscalize a prática das leis antirracistas já existentes com a finalidade de diminuir a violência e homicídios, pois, a partir disso, o Brasil poderá superar essa desigualdade e hostilidade.