A persistência do racismo na sociedade brasileira
Enviada em 15/07/2021
O Brasil foi o último país a conceder liberdade aos escravos, com a lei Àurea, de 1888. A partir disso, os escrevizados recem-libertos buscavam moradia em locais onde ninguém queria morar, criando, como é conhecido hoje, as favelas. Nesse sentido, percebe-se que nos dias atuais a sociedade brasileira ainda vivencia diversos casos de racismo, mostrando que a lei Áurea não teve sua precisa eficiência quanto as políticas de inclusão social, o que reflete na exclusão desses em abientes de trabalho, universidades, na mídia e nos hábitos cotidianos.
Em primeira análise, é evidente, por meio de jornais e notícias, que o mundo luta para combater o racismo por meio de manifestações em busca de direitos. Com isso, uma conquista bem conhecida, a política de costas, vem trazendo uma mudança na feição das universidades e repartições públicas, que hoje são mais heterogêneas. Logo, pode-se afirmar que os negros tem oportunidades que até 2012 não se tinha.
Além disso, é perceptível a estereotipação da mídia quanto aos personagens afrodescendentes , que na sua maioria, ocupa papéis de bandidos, favelados, domésticas e etc. Logo, o racismo nesse âmbito é apresentado pelas menores oportunidades que os negros têm em relação aos brancos, que é explicitamente visto em todos os setores como na educação, segurança e saúde.
Ademais, pode ser dizer que há avanços políticos e sociais para promover a igualdade social. Com isso, conclui-se que a ineficiência da Lei Áurea foi preenchida por manifestações para promover mais inclusão social a fim de criar mais oportunidades de emprego, vagas em universidades e uma sociedade humanamente mais igualitária. No entanto, é necessário criar campanhas e políticas públicas, por meio do governo, que visam policiar situações de racismo que ainda persistem nos diversos âmbitos da sociedade, fazendo, também, núcleos de debates em instituições de Ensino propagando esse problema atual no Brasil para com essa situação.