A persistência do racismo na sociedade brasileira

Enviada em 25/08/2021

A série estadunidense Todo Mundo Odeia o Chris, retrata a história de Chris Rock, um adolescente que vive com sua família em Bed-Stuy, no centro do Brooklyn, em Nova York. Baseada em fatos reais, a comédia dramática mostra o quanto eles precisavam lidar com o racismo diariamente, situação vivenciada por todos os afrodescendentes no Brasil e no mundo. Tratar as pessoas de forma desigual e preconceituosa por causa de sua raça e cor é algo que não deveria acontecer em hipótese nenhuma.

Chris estuda em um colégio afastado de sua casa e que só é frequentado por pessoas brancas, entre os anos de 1982 e 1987, época em que o racismo estava no auge em toda a América, e desde o primeiro dia de aula, ele precisa enfrentar Joey Caruso, um garoto racista que passa a atormentá-lo todos os dias. Assim como na série, casos de racismo são frequentes. Constantemente, negros são alvos de violência física e verbal, seja na escola, trabalho ou até mesmo na rua.

O racismo trata-se de uma “herança dos antepassados”, que foram submetidos a situações de extrema desigualdade, escravidão e violência. Ademais, o Código Penal, decreto Lei nº7.716, de 5 de janeiro de 1989, prevê em seu artigo 20 que praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor ou etnia é um crime, com pena de reclusão de um a três anos e multa. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a persistência do racismo na sociedade brasileira. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater tal fato. Por isso, é imprescindível que o governo, por intermédio das fiscalizações e penalidades mais rígidas às pessoas que agem com tanta desigualdade seja mais rigoroso ao tratar de casos de racismo. Assim se consolidará uma sociedade igualitária, onde o Estado cumpre sua função de garantir que os negros desfrutem de direitos indispensáveis, como o respeito e a igualdade.

o quanto eles precisavam lidar com o racismo diariamente.

Chris estuda em um colégio afastado de sua casa e que só é frequentado por pessoas brancas, entre os anos de 1982 e 1987, época em que o racismo estava no auge em toda a América, e desde o primeiro dia de aula, ele precisa enfrentar Joey Caruso, um garoto racista que passa a atormentar Chris todos os dias. Situação que acontece de forma constante nos dias atuais e por isso faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.